Qual será o próximo?

Olá querido leitores!

Estou aqui hoje para pedir a opinião de todos.

Pensando, calculando e refletindo, cheguei a três caminhos diferentes a serem seguidos, ou seja, três histórias distintas para um próximo livro.

Compartilho aqui um esboço de cada uma delas, pois preciso saber: qual você quer que seja o próximo livro?

Compartilhe com seus amigos, familiares e vamos todos juntos fazer uma nova história!

Aguardo ansiosa a sugestão de vocês!

01

falando-sobre-desencontros

Seu coração estava disparado, mas ela disfarçava bem. Elektra aparentava mais ansiedade do que ela, e sim, ela tinha até bons motivos, afinal reencontrar Dani e Álvaro não seria algo agradável. Alice não queria estar na pele da amiga, mas também não queria estar na própria pele.

Lipe parecia o único realmente feliz ao ver que finalmente o avião havia pousado sem a expectativa de mais alguma conexão, eles estavam em Belo Horizonte.

– Enfim! Não vejo a hora de chegar em casa. Quem será que veio nos receber? – O garoto de agora 9 anos, cabelos lisos e olhos cor de mel a olhava ansioso. Ela teve que rir.

– Filipe! Quem sempre te buscava quando vinha nas férias? – Ele deu de ombros, tentando parecer que não se importava.

– Você sabe que é o Tio Alvy, mas ele anda tão sumido. – Lipe suspirou, parecia frustrado com a ausência permanente do tio.

– É, era sempre ele. – Alice ouviu o muxoxo de Elektra e sorriu piedosa.

– Haja naturalmente, eu acho que é isso que ele vai fazer também, se ainda conheço meu irmão…

– Já se foram três anos, Alice e..

– Eu sei, mas nem tudo muda em três anos, falo por experiência. – A russa afundou o rosto branco, que a essa altura já estava mais pálido do nunca, em suas mãos, parecendo que ia chorar.

– Ei tia, tudo bem aí? – Lipe, que estava entre as duas na confortável poltrona da primeira classe tocou no braço de Elektra que não se moveu nem com seu toque.

– Está tudo ótimo, filho. Ela sou foi dar um espirro. – A loira tentou dar uma desculpa.

– Não ouvi espirro nenhum mamãe. – Revirou os olhos pensando em como a mãe poderia acha-lo tão tolo.

– Porque você está muito preocupado em ver se já podemos descer, e olha lá, já podemos.

Ele então não criou mais caso. Realmente não via a hora de poder sair logo dali e por isso levantou-se com ar de desdém e passou na frente de todos, inclusive de sua mãe e tia. Todo aquele clima o irritava, ainda por mais por o acharem criança demais para entender alguma coisa. Mas ele entendia muito bem, sabia que havia acontecido algo de muito tenso entre seus tios, Elektra, Álvaro e Dani, o que ele não sabia era exatamente o que, mas tinha certeza que era algo grave, tanto que seu tio nunca mais voltou em Roma desde então e Elektra não o acompanhava em seus viagens para Belo Horizonte, sendo sempre confiado em mãos de comissárias de bordo, já que sua mãe só ia ao Brasil uma vez ao ano. Seguiu para o desembarque absorto em seus próprios pensamentos, seguido pelas moças nervosas.

Alice, já aparentando sua ansiedade, começou a pegar as malas na esteira, junto da agora amiga inseparável, percebendo que o filho já havia saído da sala de desembarque, o que significava que seu irmão já estava lá.

– Elektra? – Chamou vendo a outra arrumar mais de uma vez a mesma pilha de bagagens no carrinho.

– Oi.

– Vamos, logo… mas.. você acha que ele veio?

– Não tem como saber Alice, vocês dois são tão estranhos.. sempre foram. – A loira fez uma careta quando começava empurrar seu pesado carrinho.

– Três anos…

– Malditos sejam três anos!

Elas logo alcançaram a porta que se abriu automaticamente. As duas respiravam cansadamente, como se tivessem corrido uma maratona, tudo conseqüência da batida desesperada de seus corações.

Elektra não teve que olhar muito e logo viu Álvaro sorrindo como um bobo para Lipe que já estava quase alcançando os ombros dele em altura. Quando ele a viu, diminuiu o sorriso, passou as mãos na cabeça do sobrinho e foi até onde elas pareciam ter congelado. Ao longe ouviu a voz de Alice ao seu lado.

– Álvaro! Que saudades meu irmão! – Os viu se abraçarem fortemente e tentou desviar os olhos, achando qualquer coisa interessante em sua bolsa.

– Yes mana querida. Muitas.. uma pena você só voltar por um motivo com esse. – Ela deu um tapa em seu braço e apontou com um aceno de cabeça Lipe, que os olhava curioso, mesmo que estivesse segurando um vídeo game pequeno, provável presente do tio.

– Não vamos falar disso agora, não é? E esse cabelão? – Ela riu e ele também.

– Deixei mesmo crescer, gostou?

– Ainda não sei. – Ele então olhou para o lado, encarando fundo Elektra, que sentiu seu rosto branco queimar em brasa, ainda mais quando não resistiu e o olhou de volta.

– Elektra, como foi a viagem? – Mas Álvaro não movera um milímetro para perto dela, e sua voz saíra seca. Ela teve vontade de chorar.

– Er.. tranqüila, obrigada. – O rapaz então voltou a olhar a irmã, que tinha o olhar perdido, como se varresse todo o saguão do aeroporto em busca de algo. Na verdade era em busca de alguém, ele sabia bem, revirou os olhos.

– Vamos logo Alice, Dani está nos esperando para jantar.

Álvaro abraçou a irmã pelos ombros percebendo uma leve decepção em seus olhos verdes, e ele odiava pensar que aquilo poderia ficar pior quando ela descobrisse as novidades.

Elektra colocou seus óculos escuros e seguiu os irmãos, mais atrás, empurrando seu carrinho desanimada. Os óculos serviam para esconder as lágrimas que ela já não era mais capaz de engolir. O amargor que veio a sua boca apenas serviu para lembra-la daquele maldito dia, há 3 anos, quando sentiu o mesmo fel subindo pela garganta.

02

a-suja-e-o-puro

Stella se repreendia internamente por estar feliz por em breve completar 19 anos e se ver livre daquele lugar, as Land Jahr. Não que ela não gostasse de estudar, muito pelo contrário. Sempre fora a primeira de sua turma, e era uma das estudantes mais inteligentes dali, mesmo que acreditasse que poderia aprender muito mais do que apenas a ciência de ser uma dona de casa exemplar.

O que incomodava Stella eram os julgamentos, mesmo que em sua maioria dissimulados. A maioria das meninas não gostava de conversar com ela e torciam o nariz quando a via passar ou responder algo inteligente para algum professor. Era pior quando ainda convivia com os meninos, mesmo que agora eles fossem seus vizinhos, e o convívio fosse menor.

Mas não fora sempre tão ruim. As coisas começaram a ficar estranhas há uns cinco, seis anos, quando aquele partido político começara ganhar espaço e a mente das pessoas. Um homem, de voz perturbante, escrevera um livro que passou ser leitura obrigatória, enquanto ela via os seus outros queridos títulos sumirem das prateleiras da biblioteca e das exigências de seus professores. “Mein Kampf” era o nome do tal livro. Para Stella era pobre e cheio de horrores.

Odiou estar certa quanto a sua critica, pois tudo se tornara um horror depois que esse livro fora difundido. Mesmo que nunca fora a mais aceita nas escolas por onde passava, sendo que seu pai sempre teve que pagar mais que os outros para que ela tivesse acesso aos melhores estudos, os insultos, o nojo, o pavor em como era vista ficara pior, e parecia que cada vez mais ficava insuportável conviver com aquele bando de loiros emburrados.

Era assim que ela preferia chamar a maioria de seus colegas, afinal eles eram mesmo muito loiros e emburrados, ao contrário dela, que tinha os cabelos cor de mel, nem tão lisos e olhos escuros. Ela sempre fora um contraste entre a maioria, e por muito tempo não deu muita importância para isso. Tinha até um amigo, desde o primeiro ano, Klaus. Ah, isso era o que mais doía em seu coração.

Klaus, mesmo sendo sempre muito atencioso, mudara completamente. Uns dois anos antes de se separarem, quando ele fora transferido para Cooperação e ela para aquela fazenda, seu ate então inseparável amigo passara a despreza-la, ignora-la e parecia ter feito uma promessa de tornar aqueles últimos 24 meses um inferno para ela, através de xingamentos e ofensas.

Stella perdera a conta das tardes que se trancava no banheiro para chorar por causa dele, das noites que perdera para ficar refletindo o que afinal havia acontecido para Klaus fazer aquilo tudo com ela. E foi numa manhã gelada que obtivera a resposta.

Andava apressada, pois por não ter dormido direito perdera a hora e se não corresse chegaria atrasada para a primeira aula. Foi quando ela viu duas cabeças loiras mais a frente e sabia que uma delas era do amigo, o conhecia suficiente para reconhece-lo de costas. Diminuiu os passos, tomando o cuidado de não deixar que o impacto de seus sapatos na pedra fria do chão fizesse algum barulho que a denunciasse. Aproximou-se o tanto que podia para ouvir o que os dois rapazes conversavam.

– Você não pode deixar ninguém te ouvir dizer umas barbaridades dessas Klaus.

– Eu sei Charles, mas você é meu amigo…

– Mas vou deixar de ser se você continuar com esse papo. Não vou me misturar com essa gente e você deveria fazer o mesmo. – Stella viu o amigo balançar a cabeça em concordância.

– Eu sei disso, mas ela deve ser diferente. – O outro negou com a cabeça com tanta veemência que seu cabelo escorregadio vôo de um lado para o outro.

– Claro que ela não é! Acorda, somos arianos e por isso somos iguais. Eles são a outra raça, e assim, são todos iguais. Até o nome dela não deixa dúvida, Schneider. – O rapaz cuspiu no chão quando falou aquele nome.

Stella congelara no lugar, não mais se interessava pelo assunto. Viu os dois continuarem o caminho, enquanto seu coração parecia ter parado até de bater. Era isso afinal. Klaus esquecera toda a história deles, os momentos felizes e os consolos que trocaram tantas vezes por aquela maldita ideologia de “Supremacia da Raça Ariana”.

Ela se lembrava daquela descoberta toda manhã quando abria os olhos e tinha que lidar com aquilo o dia todo. Ela não ligava mesmo para as colegas, mas para Klaus sim.

Ele visitava a fazenda onde estava com freqüência. E sempre que a via parecia pior. Ele já não tinha mais os cabelos lisos soltos, mas ostentava sim um corte típico militar, raspado baixo. O corpo malhado, forte e duro. Se achava ainda mais idiota por acha-lo tão bonito. Mas o que ele tinha de belo ele tinha de perverso.

Todas as vezes que ele ia até lá com seus colegas, parecia procura-la apenas para poder espizinha-la. As poucas garotas que eram como ela, judia, estavam uma a uma saindo da escola, ou eram expulsas. Mas ela jamais se renderia para aquilo e como ainda não fora expulsa, o que ela não sabia o porquê, continuava com seu nariz em pé e respostas prontas. Ela ficaria ali até o final, ou até que a deixassem, mas não desistiria.

O que Stella não sabia, mas Klaus já dava como certo, era que dali poucos meses Hitler daria iniciou a mais um guerra, o que mudaria a vida dela para sempre de um jeito que ela não poderia supor nem nos seus piores pesadelos, ainda mais que no meio de tudo ele, justamente ele, seu ex amigo, passaria ser seu algoz insaciável.

03

nascido-mais-de-uma-vez

Foram anos de espera, uma maldita e sofrida espera. Maria não parecia ser capaz de dar frutos, mas ele gostava dela o suficiente para esperar. Rezava aos domingos na missa, aos pés do santo, implorando que a esposa não fosse seca, como a mãe sempre lhe rogava aos ouvidos. Sua mãe nunca gostara de Maria e sempre que podia destratava a coitada. Mas ela era mãe dele, não podia brigar e reclamar.

E foi no verão que Maria engravidou, e até a dona Matilde, sua mãe, a enchera de mimos. A mulher ficava envergonhada, pois era poupada até das pequenas coisas, como estender uma roupa no varal ou ajeitar a cama, cama essa que ela vivia reclamando a Juvenal. No calor do Ceará, ficar ali deitada parecia lhe fazer mais bem do que mal, e só foi por isso que ele instalara de volta sua amada rede na porta de casa e ela pode voltar a se deitar e ver o dia passar observando a rua.

Quando as flores, ou as poucas que existiam por aqueles lados, começaram a querer rebentar em frutos, o fruto de Maria e Juvenal resolveu que chegara a sua hora de florescer. Foi água pernas abaixo, Juvenal gritando de um lado e Maria do outro.

Doía ser mãe, doía nascer. E foram horas de dor naquele 20 de setembro de 1940. Maria já achava que não daria mais conta, ainda mais quando via o desespero no olhar de sua mãezinha e da sogra agourenta.

– O menino garrou na saída, Marieta, veja aqui. – Chamou a outra vó, para ver o neto preso na passagem estreita na mãe.

– Fia minha, sei que tar difici, mas faça uma ultima força.. ele precisa da sua ajuda!

Maria não sabia se era capaz de ajudar mais o filho, mas fez o que mãe pedia chorosa. Forçou e berrou até que sentiu as forças a largarem sem olhar para trás, mas sentiu também que o filho fora junto, ele saíra. Ainda fora capaz de ouvir um choro fino antes de ceder a um desmaio inevitável.

Juvenal entrara no quarto aflito ao ouvir os berros da mulher, mas chorou como menino quando viu seu rebento nos braços de Marieta, sua sogra. O pequeno ainda estava um pouco roxo e bem sujo, mas chorava baixo e mexia furiosamente os bracinhos. Viu a esposa desacordada na cama, sorriu menos.

– Maria vai ficar bem? – A mãe quem o respondeu.

– Vai sim meu fio. Ela sofreu pra po esse menino pra fora. Saia logo daqui que vamo cuida dela.

– Deixa eu com meu garoto?

Marieta não parecia segura de dar o recém nascido nos braços do genro, mas ele era o pai, afinal tinha o direito.

Juvenal, que sempre fora um beberrão, já havia bebido mais de três garrafas de cachaça naquele dia, tentando espantar o medo e nervosismo pela hora do parto. Mas agora ele estava feliz e tinha que comemorar a chegada do filho.

Com ele nos braços seguiu para mercearia do Seu Zé. Mostrava o menino como um troféu a quem quisesse espiar, e quando chegou lá, pediu logo uma branquinha para adoçar a garganta.

– Esse muleque precisa de banho Juvenal. – O dono do bar falou quando chegou mais perto e viu o bebe enrolado num pano e todo sujo de sangue.

– Me deixe em paz, Zé. Vou curti meu fio.

O homem sabendo do temperamento agressivo de Juvenal e percebendo o quanto ela já estava bêbado resolveu não retrucar, pelo bem até da criança. Foi para os fundos, ver um de seus porcos, pois já era tempo de preparar alguns toucinhos.

Era fim de tarde, o sol estava num tom laranja, o céu se misturava em tons diferentes de azul, se rendendo para noite que não demoraria para se colocar presente, mas nem por isso o calor era menor.

Juvenal, suando por conta do calor e por tanta bebida, resolvera que era melhor colocar o filho em cima da mesa, pois todo aquele pano o estava incomodando. O bebe começara a chorar e isso o irritou.

– Ah, cala essa boca! O que ocê que? – Gritou com a voz arrastada. – Fome? O Zé!!! O Zé!!

Ele passou a chamar ao dono do bar e percebendo que ele não estava por ali levantou-se cambaleante e seguiu para os fundos do bar, seguindo a gritaria de porcos. Viu o homem gordinho tentando fechar um dos suínos em um cubículo. Com certa dificuldade conseguiu chegar até ele.

– Oh homem, não me escuta? – Zé se assustou ao ver Juvenal ali tão próximo. O olhou e lamentou ve-lo naquele estado, mais uma vez. Pobre Maria que tinha que agüentar aquilo quase todos os dias, e agora ainda seria mais difícil, com um bebe. Foi então que ele percebeu que o outro não estava mais carregando o filho.

– Juvenal, cadê seu bebe?- O velho sentiu um arrepio dentro de sua grande barriga e já foi saindo dali, voltando para o bar, sem esperar resposta.

– Ele ta me enchendo com os gritos dele, acho que ta com fome.

Respondeu para as costas do homem velho e gordo, e o seguiu lentamente, pois cambaleava e caia a cada passo. Quando enfim alcançou o bar viu o tal Zé, parado olhando para os lados. O filho parecia ter calado a boca, o que o alegrou.

– Oh Zé, tu é bom mesmo, feiz o menino se calar. – Riu, se escorando no balcão. O dono do bar se virou pra ele, que mesmo bêbado percebeu o bigode do velho tremer.

– Juvenal, onde ocê deixou seu fio?

– Ora, na mesa ai, perto da porta. – Mas ele largou sua escora e ficou em pé, mais firme.

– Pois que aqui ele num ta.

Juvenal sentiu como se uma corrente elétrica o tivesse atingido. Ficou ereto e em alerta, empurrou Zé para o lado e mirou a mesa vazia, como se não acreditasse no que o outro lhe dizia.

Não havia nada, nem o pano velho e sujo que enrolava o seu rebento. Correu em disparada, fazendo a poeira vermelha levantar atrás de si. Correu como um louco até chegar a sua casa baixa, de reboco e sem pintura. Havia em seu peito a esperança que a mãe ou a sogra pegara o menino do bar e o levando para casa.

Entrou feito um raio e correu para o quarto onde sabia que as mulheres estavam.

– Juvenal até que fim, home! Me de nosso fio aqui, eu nem vi a carinha dele e ele deve ta cum fome, o coitadinho. – Maria estava desperta, pálida, mas feliz. Os olhos brilhantes e o sorriso enorme. O homem olhava dela para mãe que estava de um lado e a sogra do outro. As três o encaravam.

– Mais.. mais ocês num pegaram ele? – Ele sentiu vontade de vomitar. Maria perdera o sorriso.

– O que? Ocê ta cum nosso fio. Mãe disse que ocê pegou ele assim que o menino nasceu. – Ela já chorava. Marieta se assentou perto dela, enquanto Matilde se aproximava do filho.

– Onde ocê deixo o menino, Juvenal? – Ele tremia, já chorava, e sem coragem de olhar para esposa acamada, respondeu num fio de voz.

– Ele sumiu, mainha, eu perdi meu fio.

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Vamos todos juntos

alice blog

Aos meus queridos leitores dou meu olá e meu obrigada!

E já deixo aqui de cara um desafio:

Muitos foram os que me perguntaram o que aconteceu com Alice depois de sua viagem a Europa. Pois bem, eu também quero saber.

O que você acha que aconteceu com ela depois que entrou naquele avião rumo a Itália?

Conta aqui para mim, e juntos vamos dar continuidade a vida dessa menina mulher que está morrendo de saudades de todos.

😉

* Não leu Alice e quer participar desta escrita coletiva? Basta entrar aqui e aproveitar https://www.wattpad.com/user/BrendaChaia

Você pode me encontrar também em: https://www.facebook.com/brendachaiapegadas/?fref=ts

@brchaia e pelo meu e-mail brchaia@gmail.com.

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